4. calendário

Fase 1 – Agosto 2012 a Julho 2013
Nos primeiros 15 meses, serão realizados três workshops de um mês nos três países ACP envolvidos – Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe.
Em cada workshop, com 20 a 30 participantes e a duração de um mês, uma equipa constituída por um formador (encenador profissional), um iluminador e o encenador do espectáculo final (na Guiné juntar-se-á ainda o cenógrafo) produzirá um exercício-espectáculo, apresentado no espaço de trabalho do parceiro anfitrião.
O processo de formação, que incluirá técnicas de representação e noções básicas de dramaturgia, encenação, cenografia, iluminação e figurinos, terá como base a utilização de peças de teatro ou textos literários de autores de língua portuguesa.
Cada um destes workshops servirá igualmente para fazer a selecção dos dois actores de cada país que integrarão o estágio final. Tendo em conta o maior número de potenciais interessados e a dimensão do país, no caso de Angola serão seleccionados três actores.

Fase 2 – Agosto a Outubro 2013
Nos três meses seguintes, os sete actores seleccionados juntar-se-ão a quatro actores portugueses e a dois actores brasileiros para integrar o elenco de uma co-produção profissional. O primeiro mês deste estágio final terá lugar em São Tomé e Príncipe, no âmbito do Festival Gravana (Agosto de 2013). Depois disso, o grupo instalar-se-á em Portugal para a preparação final do espectáculo, que será apresentado em Coimbra, em Braga e noutras cidades portuguesas.

Fase 3 – Novembro 2013 a Maio 2014
A terceira e última fase levará o grupo de actores e o espectáculo produzido ao Brasil, à Guiné-Bissau e a Angola, no âmbito de uma digressão inter-continental.
No Brasil serão visitados, no mínimo, dois Estados – a Bahia, onde está sediado o Bando de Teatro Olodum, associado oficial do projecto e de onde provêm os dois actores brasileiros que integram o elenco; e São Paulo.
Em Maio de 2014, o grupo reencontrar-se-á na Guiné-Bissau para uma nova fase de ensaios e para apresentar o espectáculo final, partindo logo depois para Angola. Dois anos depois do início do projecto, a comitiva lusófona entretanto alargada regressa ao “ponto de partida”, novamente no âmbito do Festival Internacional de Teatro e Artes de Luanda.
Todo o processo será gravado em vídeo e será produzido um documentário sobre a formação e a construção dos espectáculos.

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