5. mais-valias


Na calendarização das actividades foram tidos em conta os seguintes aspectos:

  • o calendário do Festival de Teatro e Artes de Luanda (Maio), organizado pelo parceiro Elinga Teatro, no âmbito do qual terá lugar o primeiro workshop e o arranque oficial do projecto (em 2012), bem como a apresentação da co-produção internacional (em 2014);
  • o calendário do Festival Gravana (entre Julho e Agosto), uma iniciativa do Governo de São Tomé e Príncipe, com o qual a Cena Lusóna volta a colaborar em 2013, cerca de dez anos depois da “Estação” são-tomense. Desta feita, o projecto oferece uma ambiciosa acção de formação, que inclui até a primeira fase da montagem da co-produção internacional, com actores e outros criativos de mais quatro países lusófonos;
  • o Mês da Consciência Negra, que se assinala em Salvador (Bahia, Brasil) no mês de Novembro, para o qual está prevista a apresentação do espectáculo nesta cidade em 2013.

Estas três ligações garantem, entre outras, que o projecto não ficará a funcionar em “circuito-fechado” e não se restringe aos seus participantes. Pelo contrário, ele trabalha em articulação com iniciativas já existentes e enraizadas, com todos os benefícios que daí advêm em termos de visibilidade pública, do estabelecimento de contactos com agentes e organizações culturais de outros países lusófonos, africanos e sul-americanos (companhias, produtores, programadores, entre outros).

Principais mais-valias
O P-STAGE é um projecto singular, concebido e desenvolvido por agentes não governamentais com uma larga experiência no terreno que contribuirá para:

  • melhorar as condições para a criação artística nos países africanos de língua portuguesa;
  • incentivar o profissionalismo na criação teatral e na gestão cultural nos países africanos de língua portuguesa;
  • difundir e internacionalizar a riqueza e a diversidade cultural existente entre os países participantes;
  • melhorar o acesso dos bens e serviços culturais dos países africanos de língua portuguesa aos mercados locais, regionais e internacionais;
  • reforçar as capacidades humanas e técnicas dos agentes culturais nos países africanos de língua portuguesa;
  • estimular o trabalho em parceria dentro de cada país (entre agentes não governamentais e entre estes e as instituições oficiais) e o intercâmbio internacional entre os países de língua portuguesa.